bicheira em cães

Bicheira em cães: 6 passos para evitar o problema

Nossos animais de estimação precisam estar saudáveis para viverem bem. A atenção frequente à presença de cortes ou feridas em seu corpo é fundamental para evitar o aparecimento da bicheira em cães.

A doença é transmitida pela mosca varejeira, que deposita seus ovos em ferimentos abertos na pele. As larvas alimentam-se do tecido necrótico nestas regiões e atingem até 12 centímetros de profundidade.

Também chamada de miíase, a infestação causa lesões graves no tecido subcutâneo dos cachorros. Quando não tratada, pode levar à amputação de membros ou à morte.

Por isso, animais machucados ou que passaram por cirurgias recentes precisam de supervisão constante. Ao primeiro sinal da contaminação, um médico veterinário deve ser consultado para indicar o melhor tratamento.

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Para ajudar a manter seu cão longe das moscas e se recuperar de forma saudável, preparamos uma lista com seis cuidados necessários.

Como prevenir a bicheira em cães

1 – Mantenha o ambiente limpo e recolha as fezes com frequência;

2 – Examine o corpo do cão e procure por nódulos. Este pode ser um sinal da bicheira em seu estado inicial;

3 – Esteja atento ao aspecto das feridas e cortes e faça uma limpeza de duas a três vezes por dia;

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4 – De preferência, mantenha o cão em um lugar arejado, mas que impeça o contato com moscas;

5 – Para a limpeza, utilize apenas produtos veterinários específicos para bicheira, como o Silverbac. O spray prata desenvolvido pela Labgard mantém o local das feridas limpo e repele a presença de insetos. Também elimina as larvas que já tenham sido depositadas na pele do cão, tem ação antisséptica e bactericida. Ideal para tratamento e prevenção da miíase.

6 – Continue o tratamento até a ferida cicatrizar completamente. Lembre-se de sempre consultar um médico veterinário para avaliar a saúde do animal.

Seguir todas estas orientações é importante para garantir a completa recuperação do cão. Isto porque, uma semana após serem depositadas no animal, as larvas se transformam em pupas e caem ao solo. Ali, ficam por até dois meses antes de se tornarem moscas e procurarem novos locais para infestar.

Sem  tratamento e cuidado adequado, o local da infestação pode ficar num ciclo constante de aparecimento das larvas. Isso impede a cicatrização e serve como porta de entrada para infecções secundárias.